O desafio global das fumonisinas: BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS uma estratégia efetiva

       As fumonisinas são um grupo de micotoxinas produzidas por diversos tipos de fungos, fundamentalmente do género Fusarium, sendo as espécies mais frequentes F. verticillioides e F. proliferatum. Estes contaminantes representam um risco significativo para a segurança alimentar e a saúde pública, já que a sua presença é frequente em culturas básicas como o arroz, o sorgo e, de forma especialmente relevante, o milho e os seus derivados (Zhou et al., 2025; Anumudu et al., 2024; Yli-Mattila e Sundheim, 2022).

       Dado que os fungos produtores de fumonisinas crescem num amplo intervalo de temperaturas, mas requerem uma elevada atividade de água, estas toxinas formam-se geralmente antes da colheita ou nas primeiras etapas do armazenamento. Além disso, estas substâncias são termoestáveis, pelo que a sua elevada prevalência nos alimentos compostos para animais é um fator de risco significativo (EFSA, 2025; Schaarschmidt e Fauhl-Hassek, 2021).

Características químicas das fumonisinas

       Entre os diferentes tipos de fumonisinas identificados encontra-se a série B. Dentro desta, a fumonisina B1 (FB1), a fumonisina B2 (FB2) e a fumonisina B3 (FB3) têm sido as mais amplamente estudadas, sendo a FB1 a mais destacada pela sua elevada prevalência e toxicidade (EFSA, 2022; Torre-Hernández et al., 2014). Do ponto de vista químico, as fumonisinas são diésteres estruturalmente semelhantes que contêm polióis e ácidos tricarboxílicos de glicerol, que se caraterizam por ser altamente polares e solúveis em água (Figura 1). A sua estrutura assemelha-se à da esfingosina (So) e à da esfinganina (Sa), pelo que se classificam como micotoxinas tipo esfingosina. Estes compostos são componentes-chave da esfingomielina, um lípido essencial das membranas celulares envolvido em processos fundamentais como a proliferação, diferenciação, apoptose, senescência e carcinogénese, além da interação e do reconhecimento célula-célula (Lassallette et al., 2025; Qu et al., 2022).

Imagem 1. Estrutura química genérica das fumonisinas do grupo B (Torre-Hernández et al., 2014).

       A semelhança estrutural das fumonisinas com So e Sa explica o seu principal mecanismo de toxicidade: a alteração do metabolismo dos esfingolípidos. Neste contexto, o rácio Sa:So é amplamente utilizado como biomarcador de exposição às fumonisinas em diferentes espécies animais (EFSA, 2018).

Prevalência mundial das fumonisinas: um desafio real

       Nos últimos anos, diversas investigações corroboraram que a contaminação por fumonisinas em cereais e alimentos compostos para animais representa um desafio a nível mundial. A este respeito, Farhadi et al. (2021) realizaram uma revisão sistemática e uma meta-análise de milhares de amostras de alimentos baseados em cereais, recolhidas entre 1990 e 2020. Identificando uma prevalência significativa de fumonisinas em múltiplas regiões, com uma elevada concentração nos produtos derivados do milho. Em concordância com estes achados, o estudo global de dez anos publicado por Gruber-Dorninger et al. (2019) revelou que 88% dos alimentos compostos analisados continham pelo menos uma micotoxina, destacando as fumonisinas pela sua elevada prevalência (60%), afetando de novo com particular gravidade o milho, o qual apresentou uma incidência de 80%.

       De maneira consistente, inquéritos globais de micotoxinas reportam que a presença de fumonisinas supera os 60–70% das amostras analisadas, tanto em matérias-primas como em alimentos compostos para animais, com variações por região geográfica e influências climáticas (Lopes et al., 2023; Akello et al., 2021; Cheng et al., 2002).

Toxicocinética e toxicidade das fumonisinas

       No que diz respeito à sua toxicocinética, em termos gerais, as fumonisinas apresentam uma baixa biodisponibilidade, atribuída principalmente à sua estrutura carregada (com três cargas negativas) e à provável escassa expressão de transportadores específicos a nível intestinal (EFSA, 2018; Shier, 2000). No entanto, apesar da baixa absorção reportada, estes contaminantes e os seus metabolitos geram toxicidade a nível sistémico, com repercussões tanto a nível clínico como subclínico.

       Relativamente à sua metabolização, embora tenham sido descritas diferenças qualitativas e quantitativas entre espécies, estas micotoxinas costumam experimentar reações hidrolíticas sequenciais que têm lugar principalmente no trato gastrointestinal, originando inicialmente fumonisinas A e B parcialmente hidrolisadas (pHF1a e pHF1b) e, posteriormente, HFB₁ (também denominado aminopentol, AP). Nos animais expostos, tanto o composto original como os seus metabolitos podem ser detetados no fígado e rim e, em menor medida, em tecido muscular (Anumudu et al., 2024; Qu et al., 2022).

       A excreção destas toxinas produz-se maioritariamente por via fecal, sendo a excreção urinária consideravelmente inferior (Knutsen et al., 2018; Hartinger et al., 2011; Guerre et al., 2022). Além disso, foi reportado o carry-over das fumonisinas em produtos de origem animal como os ovos ou a carne (Osaili et al., 2022; Dazuk et al., 2020).

       A toxicidade das fumonisinas fundamenta-se principalmente na inibição da enzima ceramida sintase, o que altera a biossíntese de esfingolípidos e provoca uma acumulação de esfinganina, que compromete o crescimento celular e a sinalização do tecido nervoso. Este mecanismo complementa-se com a indução de stresse oxidativo e citotoxicidade, derivando em danos tecidulares severos e hepatotoxicidade. Desta forma, as micotoxinas conduzem a estados de imunossupressão e desencadeiam problemas gastrointestinais, que derivam em piores rendimentos produtivos (Qu et al., 2022; Kulcsár et al., 2023).

       A sensibilidade aos efeitos das fumonisinas varia notavelmente entre espécies; enquanto os equinos e suínos são altamente suscetíveis e desenvolvem síndromes específicas como a leucoencefalomalácia equina e o edema pulmonar suíno, as aves de capoeira mostram uma maior resistência relativa, embora a exposição crónica continue a impactar o seu rendimento produtivo, saúde intestinal e resposta imunológica. Além disso, o risco sanitário agrava-se pela frequente coocorrência de fumonisinas com outras micotoxinas como o deoxinivalenol, zearalenona e aflatoxinas nos alimentos, gerando interações sinérgicas ou aditivas que potenciam a toxicidade, tal como se observa no incremento de lesões hepáticas e efeitos cancerígenos ao combinar-se com a aflatoxina B1 (Anumudu et al., 2024; Guerre et al., 2022; Qu et al., 2022).

BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS: estratégia de mitigação das fumonisinas

       Neste contexto surge BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS como uma estratégia eficiente face às fumonisinas, com uma fórmula baseada em três modos de ação: adsorção, bioproteção e efeito pós-biótico. Em primeiro lugar, a sua fórmula inclui uma mistura de argilas selecionadas de grande qualidade, altamente efetivas na adsorção de fumonisinas, já que atuam através de dois tipos de interações: interações polares com os catiões superficiais, e formação de complexos organometálicos (micotoxina-argila) com os centros de magnésio estruturais.

       Por outro lado, BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS contém dois ingredientes fitogénicos-chave na mitigação da toxicidade das fumonisinas: a curcumina e a silimarina. A curcumina atua mitigando a toxicidade celular ao reduzir a acumulação de esfingolípidos e restaurar o equilíbrio do cálcio intracelular, alterado pelas fumonisinas. Além disso, foi demonstrado o seu potente efeito hepatoprotetor e antioxidante. Complementarmente, a silimarina funciona como um citoprotetor direto que reduz significativamente a morte celular (apoptose) nos hepatócitos, mediante um mecanismo molecular que implica a regulação da resposta inflamatória e a modulação do dano no tecido hepático (He et al., 2004; Ledur et al., 2020).

       Finalmente, BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS inclui levedura hidrolisada e parede celular de levedura. Por um lado, os β-glucanos e os mananoligossacáridos, presentes na parede celular, contribuem para a captura de micotoxinas no trato gastrointestinal (Compagnollo et al., 2020; Elnaggar et al., 2014). Além disso, estes ingredientes fortalecem a barreira intestinal e estimulam o crescimento de bactérias benéficas no intestino, o que melhora a digestão, a absorção de nutrientes e a degradação microbiana das fumonisinas. Adicionalmente, foi demonstrado que os β-glucanos exercem um efeito imunomodulador, reforçando a resposta do sistema imunitário face a infeções e ao stresse produzido pelas micotoxinas (Patterson et al., 2023; Pascual et al., 2020).

BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS demonstra a sua eficácia en condições in vitro e in vivo

       Esta solução de tripla ação demonstrou a sua eficácia em condições in vitro em estudos realizados pelo Laboratório de Trilogy, nos Estados Unidos. BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS demonstrou uma elevada eficácia na adsorção in vitro de um amplo intervalo de micotoxinas, incluindo micotoxinas de tipo emergente e modificadas. Em concreto, relativamente às fumonisinas, o produto alcançou uma adsorção de mais de 78% para a FB1, e cerca de 90% para a FB2 e FB3. Registando-se ainda uma percentagem mínima de dessorção, de aproximadamente 0.2%, em todos os casos. Estes resultados in vitro viram-se respaldados por testes in vivo realizados nas diferentes espécies terrestres.

Eficácia de BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS face às fumonisinas em aves

       Em primeiro lugar, foi realizado um estudo toxicocinético em aves com a Universidade de Gante (Bélgica), para avaliar a capacidade de adsorção da FB1 nestes animais. No caso dos frangos de carne, a absorção desta micotoxina é significativamente rápida na porção proximal do intestino delgado, pelo que a sua presença no sangue pode ser detetada num curto período de tempo após a ingestão do alimento contaminado (Antonissen et al., 2020). É por isso que se torna essencial garantir uma ação rápida dos produtos antimicotoxinas, com o fim de evitar a chegada da FB1 ao sangue e, com isso, a sua distribuição e toxicidade a nível orgânico.

       Neste ensaio, BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS demonstrou a sua elevada eficácia decorridos 5 minutos desde a sua administração. A sua suplementação deu lugar a uma redução de 74% na concentração máxima de FB1 detetada no plasma dos animais; além de reduzir em 82% a biodisponibilidade total desta micotoxina (Figura 1). Desta forma, confirma-se que o produto reduz significativamente a chegada da micotoxina e dos seus metabolitos à circulação sistémica, protegendo assim a saúde dos animais.

Figura 1. Perfil de concentração plasmática de FB1 em função do tempo, após a administração de um bolo oral de 2,5 mg FB1/kg, com e sem BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS® (3g/kg de peso vivo).

       Seguindo esta avaliação de eficácia de BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS, um ensaio in vivo realizado em colaboração com o Instituto Samitec e a Universidade de Santa Maria (Brasil), monitorizou o rácio esfinganina/esfingosina, reconhecido biomarcador de exposição às fumonisinas, em frangos de carne expostos a FB1. Neste caso, foi reportada uma redução de 3,8% neste parâmetro de referência, podendo-se afirmar que o produto é altamente eficaz face às fumonisinas (EFSA, 2010, 2018; Guerre et al., 2022).

Figura 2. Rácio esfinganina/esfingosina em frangos de carne expostos a FB1, e a FB1 + BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS.

       Dentro deste mesmo ensaio, BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS melhorou o rendimento produtivo dos frangos de carne expostos à dieta contaminada. Foi reportado um incremento no peso corporal (+0,7%), ganho diário médio (+2,9%) e na superfície de absorção intestinal (+14,6%), parâmetros alterados pela exposição a fumonisinas. Do mesmo modo, o produto reduziu o peso relativo do fígado dos animais (-6,1%), indicativo do alívio os efeitos inflamatórios destas micotoxinas (+12,9%), o que contribuiu para manter a integridade hepática nos frangos de carne expostos a FB1 (Figura 3).

Figura 3. Peso relativo do fígado em frangos de carne não expostos a micotoxinas, expostos a FB1, e expostos a FB1 + BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS.

       Por outro lado, a eficácia de BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS em galinhas poedeiras expostas a fumonisinas foi testada, dada a importância dos efeitos das micotoxinas nesta categoria produtiva. Para isso, realizou-se um estudo de campo no México, num grupo de galinhas expostas a uma dieta contaminada naturalmente por fumonisinas, além de AFB1 e deoxinivalenol (DON). O ensaio mostrou melhorias significativas no desempenho produtivo, com uma redução no índice de conversão alimentar (-5,8%) e um aumento na percentagem de ovos comercialmente aptos (+2,7%). Por outro lado, observou-se uma diminuição de 0,25% na mortalidade e melhorias na saúde hepática confirmadas mediante necropsias.

Eficácia de BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS face às fumonisinas no gado suíno

        O gado suíno é altamente sensível às fumonisinas, com quadros específicos de patologia respiratória. É por isso que a eficácia de BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS foi demonstrada nesta espécie, através de diferentes estudos focados em leitões desmamados e porcas reprodutoras, em colaboração com a Universidade da Tessália (Grécia).

       Uno dos estudos focado em leitões incluiu uma dieta naturalmente contaminada por FB1 e FB2. Os resultados do mesmo revelaram um aumento no peso corporal (+19,5%) e na ingestão de alimento (+24,4%) dos animais; além de uma redução significativa da taxa de mortalidade, justificada por uma melhoria da resposta imunitária e da saúde geral destes animais jovens altamente suscetíveis a qualquer patologia secundária. Neste contexto, BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS também demonstrou a sua capacidade para reduzir os biomarcadores de stresse oxidativo (Figura 4); e os resultados histopatológicos mostraram a sua capacidade para contrariar as lesões causadas pelas fumonisinas, no fígado (degeneração e infiltração) e no epitélio intestinal (redução da superfície de absorção nutricional).

Figura 4. Marcadores de stresse oxidativo em leitões expostos a fumonisinas (FB1, FB2) com e sem BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS. *Substâncias reativas do ácido tiobarbitúrico (TBARS), Carbonilos proteicos (CARBs) e Capacidade antioxidante total (CAT).

       Cabe acrescentar que estes resultados foram corroborados num segundo estudo in vivo realizado em leitões, neste caso expostos a fumonisinas em associação com aflatoxina B1 (AFB1). De novo, BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS demonstrou a sua capacidade para melhorar os parâmetros produtivos, a saúde dos órgãos e o estado antioxidante dos animais expostos a esta dieta cocontaminada.

       Em relação à eficácia de BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS face a fumonisinas em porcas gestantes, dois estudos in vivo foram realizados com a Universidade de Tessália (Grécia), em condições de multicontaminação. Neste caso, o produto demonstrou o seu efeito em porcas expostas a FB1, FB2, zearalenona (ZEA) e toxina T-2; e desafiadas por FB1, FB2 e AFB1. Em ambos os casos, BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS reduziu o stresse oxidativo causado pelas micotoxinas e melhorou a saúde da glândula mamária das porcas, com um alívio dos sintomas de inflamação (Figura 5).

Figura 5. Marcadores de inflamação (temperatura, dor e vermelhidão) em porcas gestantes expostas a uma dieta multicontaminada (FB1, FB2, AFB1) com e sem BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS.

       Estes ensaios em porcas incluíram também as características da ninhada, reportando-se em ambos os casos uma redução do número total de nados-mortos e mumificados por ninhada, e um incremento no número de leitões desmamados, graças à administração de BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS (Figura 6).

Figura 6. Características da ninhada em porcas expostas a uma dieta multicontaminada (FB1, FB2, ZEA, T-2) com e sem BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS.

Eficácia de BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS face às fumonisinas em ruminantes

       Em relação à eficácia de BIŌNTE QUIMITŌX PLUS face às fumonisinas em ruminantes, realizou-se um ensaio in vitro em fluido ruminal com a Universidade Católica del Sacro Cuore (Itália). Este mostrou a capacidade de BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS para mitigar os efeitos prejudiciais induzidos por estas micotoxinas em vacas leiteiras, já que alcançou uma diminuição de 63% na concentração de fumonisinas no fluido ruminal das vacas tratadas (Figura 7).

Figura 7. Descida da concentração de fumonisinas (FBS) no líquido ruminal com BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS.

       Finalmente, BIŌNTE QUIMITŌX PLUS também demonstrou a sua eficácia face às fumonisinas em ovelhas leiteiras, em condições de cocontaminação com AFB1 e ocratoxina A (OTA), durante as fases de parto e lactação. Neste estudo realizado em colaboração com a Universidade de Tessália (Grécia), a suplementação produziu uma redução de 44% na incidência de febre pós-parto e uma diminuição de 34% em casos de mastite (Figura 8).

Figura 8. Incidência de mastite e qualidade do colostro em ovelhas leiteiras expostas a uma dieta multicontaminada (FB1, FB2, ZEA, T-2) com e sem BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS.

       No que diz respeito à produtividade, registou-se uma melhoria significativa da qualidade do leite, com um aumento de 10% ao nível da gordura, e de 1,5% na proteína. A qualidade do colostro melhorou em 14% (valores Brix), o que garante uma melhor imunidade neonatal (Figura 8). Além disso, o produto mostrou efeitos hepatoprotetores significativos, reduzindo enzimas indicadoras de dano hepático, como ALT (-73%) e AST (32,4%) (Figura 9).

Figura 9. Marcadores de dano hepático em ovelhas leiteiras expostas a uma dieta multicontaminada (FB1, FB2, ZEA, T-2) com e sem BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS. *Alanina aminotransferase (ALT), Aspartato aminotransferase (AST) e Fosfatase alcalina (ALP).

Conclusão

Desta forma, BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS demonstrou a sua eficácia face às fumonisinas, um grupo de micotoxinas altamente prevalente a nível mundial e conhecido pelos seus efeitos negativos na saúde e no rendimento de diversas espécies animais. Estas micotoxinas, presentes comummente em cereais e subprodutos vegetais da alimentação, podem afetar órgãos-chave como o fígado, o sistema imunitário e o trato digestivo, provocando perdas produtivas importantes.

Os estudos in vitro e in vivo mostraram que a suplementação com BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS não só mitigou os efeitos tóxicos das fumonisinas, como também melhorou parâmetros produtivos, além de favorecer a saúde hepática e intestinal. Estes resultados confirmam que BIŌNTE® QUIMITŌX® PLUS é uma ferramenta fiável para proteger a saúde animal e otimizar o desempenho produtivo face à presença de fumonisinas.

Micotoxinas en alimentos para animales
Résumé de la politique de confidentialité

Ce site utilise des cookies afin que nous puissions vous fournir la meilleure expérience utilisateur possible. Les informations sur les cookies sont stockées dans votre navigateur et remplissent des fonctions telles que vous reconnaître lorsque vous revenez sur notre site Web et aider notre équipe à comprendre les sections du site que vous trouvez les plus intéressantes et utiles.